Vozes negras: quando a arte abre caminho e acende a ancestralidade

A matéria apresenta a força das vozes negras na cultura, mostrando como arte, política e ancestralidade se entrelaçam. A trajetória de Lorena Nunes, a experiência de Helena Barbosa e a atuação de Davi Favela revelam como música, audiovisual e grafite abrem caminhos e ampliam consciência social. A reportagem mostra que a arte negra desloca imaginários, fortalece identidades e traduz vivências que o Estado nem sempre alcança. Ao retomar a história da teledramaturgia brasileira e a presença ainda limitada de protagonistas negras, destaca o impacto dos novos ciclos de visibilidade na TV. A Defensoria surge como aliada e defende que cultura e justiça caminham juntas, já que a arte produz linguagem, pertencimento e repertório para a luta antirracista.