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Defensora geral Elizabeth Chagas faz balanço da sua gestão 2019-2023

Defensora geral Elizabeth Chagas faz balanço da sua gestão 2019-2023

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Em uma publicação de mais de cem páginas, a defensora geral do Estado do Ceará Elizabeth Chagas presta contas dos quatro últimos anos de atuação à frente da Administração Superior da Defensoria. Na publicação – que terá formato digital e impresso – ela apresenta o balanço das atividades dos biênios 2019-2023 que teve incontestes avanços institucionais. Acesse a publicação

“Nestes quatro anos, enfrentamos desafios que exigiram resiliência e coragem. Ao assumir o cargo de defensora geral não tinha ideia do tamanho dos entraves que eu poderia encontrar: paralisação de policiais, pandemia, distanciamento social, empobrecimento da população e desafios orçamentários enormes. Enfrentamos todos com a cabeça erguida, junto com uma equipe valorosa e competente. E nos superamos”.

Assim ela apresenta o balanço de ampliação de quase 100% de cidades atendidas, saindo de 53 para 103 com atendimentos, o avanço legislativo da instituição, a reformulação da estrutura administrativa, a implementação de cargos técnicos como assessores e estágio para pós-graduados, a criação de 29 cargos de entrância final para o interior, além de benefícios como auxílio saúde.

A Defensoria também instituiu a reserva de vagas para população negra, quilombola e população indígena em seus concursos, a criação do programa Visibilizar que contrata pessoas trans e travestis, e foi lançada a pedra fundamental do curso de formação de líderes comunitárias, as defensoras populares.

“Nestes anos, conseguimos adquirir um caminhão super bem equipado para a Defensoria em Movimento, inauguramos catorze sedes no interior, estruturamos a atuação na capital com inauguração também de mais três núcleos de inicial, implementamos as atividades cumulativas, expandimos as parcerias, aprovamos quinze leis no parlamento, inclusive uma Emenda Constitucional, que permitiram a expansão e a reorganização administrativa e que deixou a Defensoria no retrato de como ela é hoje. Me despeço com o coração cheio de tranquilidade de que fizemos o melhor para que a instituição crescesse e se desenvolvesse”, pondera.

A projeção é que a instituição chegue ao final de 2023 com mais de 1,5 milhão de atuação, atuando em 103 cidades e 366 membros, sendo 30 empossados nestes dois biênios, além de um corpo técnico que cresceu – são colaboradores servidores, assessores, estagiários e técnicos – que fazem Defensoria forte e cada vez mais enraizada.

“Aqui relembro a frase de Martin Luther King que diz: ‘talvez não tenhamos conseguido fazer o melhor, mas lutamos para que o melhor fosse feito’. A Defensoria de hoje é ainda maior e mais estruturada do que há quatro anos e isso é fruto de uma gestão que olhou para os desafios e enfrentou um a um. Desejo bom trabalho aos meus colegas que assumem a gestão da nossa instituição”, finaliza.

A transmissão de cargo entre a defensora Elizabeth Chagas e defensora Samia Farias acontece em posse solene na segunda, dia 04 de dezembro.